Uso de computação na nuvem cresce 40% em 12 meses no Brasil - Asplan Sistemas

Uso de computação na nuvem cresce 40% em 12 meses no Brasil

A
Accenture e a IDC divulgaram nesta quarta-feira, 21/09, a terceira
edição do estudo “Brazil Infrastructure Maturity X-Ray”. Realizado com o
objetivo de medir o nível de maturidade de gestão de infraestrutura de
TI no mercado nacional, o estudo constatou que o uso efetivo da
computação em nuvem pelas empresas brasileiras cresceu em relação a
2010.

De acordo com o estudo, a adoção de cloud subiu de 27% no ano passado
para 37% este ano. Na mesma medida, o percentual de empresas que está
avaliando ou planejando o uso de soluções em nuvem caiu de 73% em 2010
para 63% este ano.  Sobre a utilização, o estudo detectou a seguinte
divisão: 28% das empresas já adotaram o uso de nuvens privadas; as
nuvens públicas são utilizadas por 6%; e o uso de ambos foi assumido por
3% das companhias.

No restante dos itens avaliados, a pesquisa que o nível de maturidade
de gestão de Infraestrutura de TI do mercado nacional ainda está abaixo
da média desejada (nível 3), embora seja percebida uma tendência de
melhora ano após ano.

Em uma escala de 1 a 5, o país recebeu neste ano a nota média de 2,7.
Em 2010, a nota foi de 2,5 e, em 2009, chegou a 2,4. Para definir o
nível de maturidade, o estudo considerou cinco níveis distintos –
informal, repetível, definido, controlado e otimizável – pelos quais as
empresas precisam passar para alcançar a excelência desejável.  Para a
pesquisa, foram entrevistadas, durante os meses de agosto e setembro de
2011, cerca de 100 organizações de grande porte de diversas áreas como:
serviços financeiros, telecomunicações, saúde, entidades governamentais e
comércio.

Considerando as oito áreas-chaves de TI selecionadas para o estudo
(Green IT & Data Center, Segurança, Redes, Mobilidade, Investimentos
em TI, Delivery, Suporte e Governança), além da adoção de cloud, outro
ponto positivo é a questão da adoção de Green IT, que hoje já faz parte
da agenda das empresas do país (saltando do nível 2,5 para 2,7), além do
aumento do investimento em processos de inovação e melhorias em
tecnologia da informação.


 


“Nossa pesquisa apurou uma elevação no nível médio dos gastos
discricionários – melhorias nos processos e iniciativas estratégicas -,
que passou de 35% em 2009 para 40% em 2010 e chegou a 46% neste ano.
Isso indica um amadurecimento do mercado, sugerindo a adoção de uma
política mais saudável de investimentos em TI”, afirma Jesus Lopez Aros,
executivo sênior da área de consultoria em tecnologia da Accenture.

As áreas de Delivery e Segurança foram as únicas que apresentam
pontuação menor que o nível médio de maturidade alcançado, fechando com
média de 2,5. Os setores de mobilidade e investimentos em TI foram os
únicos que chegaram à meta desejada, o nível 3.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=27767&sid=97

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